ERROS COMUM NA METODOLOGIA CIENTÍFICA

Durante meus 15 anos de experiência com o processo de metodologia do estudo para elaboração de projetos, artigo e trabalhos acadêmicos percebo que sempre são os mesmos erros dos alunos. Copiam os textos sem ao menos analisarem o que está no contexto e nem ao menos redefinem a escrita copiando igualmente os textos sem citar os atores, a participação do orientador é fundamental nesse processo e o que falta para os orientadores é guiar os alunos da forma correta.

É sempre comum o professor só dizer, “está errado, não é desse jeito, o tema não é assim, melhore seu objetivo, arrume a formatação”. Há sim! Ok! Porém o que está errado? É a falta de orientação, pois o professor deveria explicar o que está errado, informar o porquê está errado, em dizer “seu tema precisa seguir esse texto, ser assim” e ir mostrando aos alunos a pensar melhor.

Outro erro comum, os alunos dizem: “mais a metodologia é tudo parecida, por isso que copiei”. “Parecido não é igual”, você pode copiar qualquer texto, não importa qual, até da internet. Entretanto, você precisa dizer de onde e quem escreveu esse texto, o processo é simples, o problema é que os alunos começam a procurar os textos na internet e vão copiando e colando sem ao menos atentar de onde é a fonte.

A pressa faz com que ele não salve nos seus arquivos o site que pesquisou, por isso muitos são reprovados por plágios.

Vai aí dicas importantes na hora de montar um artigo e projeto:

  1. Antes de se ter o tema, tenha primeiro o problema. Depois disso transforme o problema na pergunta. Exemplo: Quantidade de animais abandonados na cidade Tal. O que acontece para se ter uma quantidade de animais grande na cidade Tal?
  2. Nesse momento você escolhe os objetivos, se você identifica o problema, você escolhe os objetivos que irão responder a esse problema. Utiliza-se de verbos como: Analisar, compreender, verificar, contextualizar, conceituar, entender, aplicar, conhecer, entre outros, montando assim seus objetivos. Exemplo:
    1. Geral: Compreender o motivo de se ter uma quantidade de animais abandonados na cidade Tal; – Percebe-se que nos objetivos envolve o problema levantado anteriormente.
    2. Específicos:
      • Identificar o processo que gera essa quantidade de abandono de animais na cidade Tal
      • Analisar a responsabilidade da cidade Tal e suas ações nesse processo
      • Contextualizar nos meios acadêmicos ações de melhoria desse processo; – Esses itens serão base para a fundamentação teórica a ser pesquisada.
    3. Para montar a fundamentação teórica você utiliza os objetivos para criar os tópicos. Exemplo: 1. Processos de abandono dos animais; 2. Responsabilidade Social do Estado; 2.1 Ações do Estado para abandono de animais; 3. Contextualizar o processo de abandono de animais;

Com esses três passos você desenvolve seu trabalho acadêmico de uma forma mais dinâmica e eficiente, não ficas perdido no processo.

ÉTICA EMPRESARIAL

ÉTICA EMPRESARIAL

QUANTO VALE O CONHECIMENTO?

Em muitas situações, o próprio trabalho humano determina a qualidade dos serviços prestados através da aplicação direta do conhecimento e das habilidades técnicas daqueles que executam a manutenção. O desenvolvimento dos profissionais tornou-se a nível mundial à acirrada concorrência imposta pelo fenômeno da globalização.

DESENVOLVIMENTO

As mudanças ocorridas no cenário mundial e brasileiro com o processo de globalização estão exigindo das instituições públicas e privadas aperfeiçoamento constante nos processos de gestão. Atualmente, o que se busca tanto no setor público, quanto no privado, é formar profissionais preparados para atender às demandas do mercado e seus públicos de maneira criativa, rápida e eficiente, mas, para isso, é necessário que a força de trabalho esteja qualificada para desempenhar tais tarefas.

Essa premissa é ainda mais pertinente quando são empresas prestadoras de serviços técnicos. Os líderes das empresas estão compreendendo a necessidade de transformar informação em conhecimento, agregando valores aos negócios e fortalecendo a imagem institucional e é do conhecimento de todos que as pessoas são as grandes responsáveis pelo adequado desempenho de uma empresa.

A qualificação aborda vários conceitos. O primeiro deles define que qualificação é o conjunto de conhecimentos requeridos para a realização de determinado trabalho. Segundo a norma NBR ISO, qualificação seria o “processo para demonstrar a capacidade de atender aos requisitos especificados”. (ABNT, 2002).

A melhor forma de avaliar a qualificação do indivíduo seria analisar se este possui os conhecimentos necessários para a execução das tarefas e dos requisitos relacionados ao seu posto de trabalho. Esta primeira proposta está intimamente ligada à formação profissional. Estes requisitos podem ser explícitos, descritos pela própria empresa ou outros mais subjetivos, mas essenciais ao processo do trabalho.

Na base das novas competências deve estar à criatividade, a capacidade de adaptação, a disposição para resolver os problemas da produção e a responsabilidade na tomada de decisões. No entanto, o conceito de formação profissional como aquisição de um saber especializado deixa de ter sentido na medida em que a qualificação passa a se relacionada com a disposição e flexibilidade dos trabalhadores em adaptar-se a frequentes inovações tecnológicas e organizacionais.

Outra ideia é caracterizar a qualificação socialmente construída e que procura ir além do aspecto técnico relacionado à análise ocupacional, incorporando elementos políticos e culturais.

As empresas, ao selecionarem seus candidatos, esperam que todos que estejam disputando a vaga tenham o conhecimento previamente exigido. A partir dessa perspectiva, a qualificação resulta de relações sociais complexas e muitas vezes conflituosas, não apenas entre trabalhadores e empresa como também entre os próprios trabalhadores.

Infelizmente são pessoas, totalmente desalinhadas com as exigências para o cargo, totalmente despreparadas no aspecto de conhecimento técnico e até mesmo sem profissão. Mas na maioria das vezes o que vemos é exatamente assim, pois lamentavelmente são recebidos nas empresas inúmeros currículos de profissionais, sem qualquer condição de contratação.

Contudo, pode-se dizer que o conhecimento técnico é fundamental para se exercer qualquer atividade numa empresa.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

É do conhecimento de todos que as pessoas são as grandes responsáveis pelo adequado desempenho de uma empresa. Pode-se dizer que através desta disciplina, os líderes das empresas estão compreendendo a necessidade de transformar informação em conhecimento, agregando valores aos negócios e fortalecendo a imagem institucional.

A empresa deixa de fazer negócios que vão continuar sendo perdidos enquanto não compreender que a satisfação do cliente. Na sociedade atual fica cada vez mais evidente o valor do conhecimento que está por trás do diferencial competitivo das organizações. Em geral, essa evidência é percebida quando o cliente fica insatisfeito por não ser bem atendido.

Muito se disse sobre o sucesso profissional, carreira profissional e visibilidade. Atualmente, o mercado, não há mais espaço para as organizações que ainda insistem em acreditar que o investimento no capital humano é perda de tempo e investimento. A pressão para manter-se atualizado é constante, pelo que a primeira regra que se deve aprender é que não importa o quanto é mantido atualizado sobre qualquer aspecto da carreira, será ultrapassada.

Isso gera uma sobrecarga para o profissional em busca de qualificação para as novas exigências no mercado de trabalho, que, por estarem em constante mudança, à tarefa torna-se um círculo vicioso.

Contudo, acredita-se que existe o valor de seu conhecimento, algumas informações podem ser perecível, ou com rápida atualização, portanto não se engane em pensar que por ter aprendido algo novo, esse aprendizado não será novo por muito tempo, porque quando é diferente quase sempre tem algo a se superar.

ABNT, Associação Brasileira de normas técnicas. NBR 14724: Informação e Documentação, Trabalhos Acadêmicos, Apresentação. Rio de Janeiro 2002. Editora Abril.

Referência: BUIATI, Michele Caroline M.P.; Ética Empresarial: Quanto vale o conhecimento?. Publicado em: 01/06/2016 19:06h. Disponível em: https://michelebuiati.wordpress.com/2016/06/01/etica-empresarial/. Acesso em:   /    /

Infográficos para o Endomarketing

O endomarketing vem sendo apresentado como um conjunto de ações do marketing tradicional voltados para o público interno das organizações, tendo como objetivo envolver, conscientizar e valorizar o colaborador na busca do fortalecimento e construção de relacionamentos, compartilhando os objetivos da organização e fortalecendo estas relações inserindo a noção de que todos são clientes de todos também dentro das organizações, tudo isso visando gerar maior competitividade para o mercado e isso só será possível através de uma comunicação interna eficaz sendo necessário que a informação flua de forma rápida, clara e sem interferências em todos os níveis hierárquicos da organização.

A Comunicação interna é considerada ferramenta fundamental para o desenvolvimento e o crescimento de qualquer organização, funcionando como um elo entre a organização à comunidade o mercado e seus clientes internos tendo como propósito proporcionar informação e compreensão para os desempenhos das tarefas além de proporcionar atitudes que promovam motivação contribuindo para a definição e concretização das metas e objetivos, possibilitando a integração e o equilíbrio entre seus componentes.

Com o avanço na tecnologia e as inovações na impressão, além da utilização em larga escala dos computadores, uma outra linguagem jornalística – a infografia – começou a ocupar cada vez mais espaço nos veículos de comunicação impressa, juntamente com fotografias e ilustrações.

O infográfico é lido em poucos minutos, já que é predominantemente visual, e apresenta-se de uma forma fácil de compreender a uma grande parcela da população.

Nas minhas atividades tanto administrativas, quanto nas ações de convocação, eventos e de alguma forma utilizando o Endomarketing utilizo os infográficos para atingir objetivos e metas que a equipe tem naquele momento ou em um determinado tema.

Os modelos abaixo são ideias que você pode utilizar os infográficos para alcançar metas como por exemplo:

  1. Atingir o quantitativo de funcionários a responderem uma pesquisa de satisfação;
  2. Incentivar a equipe em participar no determinado curso;
  3. Incentivar a participação de ações voluntárias;
  4. Implantação de programas como o 5S;
  5. Conscientização nos temas específicos da empresa e do evento;
  6. Divulgação de estatísticas e resultados alcançados pelas ações desempenhadas;

 

 

MARKETING HOTELEIRO

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Este conceito é novo, na questão de sua definição, pois sabe-se que o ramo hoteleiro, sempre aplicou o marketing para se divulgar, o que está relacionado é justamente na utilização do marketing, suas ferramentas, estudos específico ao ramo de atividades. Conhecer o que seus clientes gostam e gostaria dentro da sua rede de hotel é fundamental para estabelecer as ferramentas a serem aplicadas na questão de divulgação da empresa (BUIATI, 2007).

Se comparar com alguns autores pode-se perceber que está relacionado não só na busca do conhecimento do seu mercado como também na questão do plano de ação, pois na visão de Vieira (2003, p41) uma das tantas utilizações do marketing é a eleição de mercados mais adequados e mais rentáveis para divulgar e vender produtos e serviços com expectativas de curtos e longos prazos abrangendo, assim, uma definição ou redefinição contínua de mercados em uníssono com os desejos e anseios dos clientes.

Um plano de ação objetivo, mais ou menos duradouro, poderá ser efetivado a partir da aplicação correta das técnicas de marketing em cada caso especificamente. Como exemplo de um plano de ação para um hotel tem-se o atendimento diferenciado do pessoal de frente: recepcionista, mensageiro e capitão-porteiro que empregam a simpatia e a presteza ao receber os hóspedes, além da higiene impecável dos ambientes e a agilidade no desembaraço de bagagens, que poderão ser fatores decisivos para os hóspedes retornarem sempre ao hotel.

A autora também menciona que ao delinear o serviço adequado que o hotel deve oferecer, de acordo com os desejos e as necessidades do mercado, o marketing hoteleiro constitui-se na ferramenta de ligação hotel/hospede, evidenciando a qualidade de atendimento e a oferta de sérvios garantindo, assim, a saúde e sobrevivências empresariais. (VIEIRA, 2003, p41).

A empresa precisa se preocupar de que formar está trabalhando sua divulgação, isso é uma linguagem que todas as empresas precisam ter, não pode ser mais novidade, um material de qualidade, uma identidade visual de excelência, não é necessário ter muito dinheiro para começar investir nesses pontos, comece buscando criatividade, para que isso lhe leve a ganhar recursos e investir cada vez mais no marketing (BUIATI, 2007).

BUIATI, Michele Caroline M. P. Marketing Hoteleiro. Manaus: 25.05.2007. Disponível em: https://michelebuiati.wordpress.com/2007/05/25/marketing-hoteleiro/

VIEIRA, Elenara Viera de. Marketing Hoteleiro: Uma Ferramenta indispensável. Caxias do Sul: Educs, 2003.

Como elaborar um tema…

ADM. Michele Buiati

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 Diante de muitas dificuldades dos alunos estou lhe escrevendo para auxiliá-los para a construção do seu tema e sua delimitação de tema, tanto em projeto quanto em Monografia.

1º passo antes de tudo a primeira coisa é identificar um problema, porque o problema é que vai lhe auxiliar na elaboração do tema.
2 º procure assunto que você goste, pois assuntos que não é a sua praia fazem com que você não consiga nem achar um problema.
3º evite trabalhar assuntos muitos repetidos, use a criatividade, procure trabalhar com dois a três temas para delimitar um tema.

Exemplos…
Cursos de marketing ou administração em marketing
Temas mais que repetidos: “Nível de satisfação no atendimento da empresa X”
Procure marketing novos, novos segmentos para ele, como por exemplo, o Marketing Logístico, onde foi o tema da minha monografia, o marketing ambiental, tem o marketing hoteleiro, marketing visual (esse é novo).

E…

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O administrador como elemento de mudança

Autor: BUIATI, Michele Caroline M. P. : O administrador como elemento de mudança.

Sabe-se que o novo ambiente empresarial provoca a necessidade das empresas se tornarem organizações de aprendizagem. Desta forma, mudanças acontecem principalmente no perfil do administrador que atua nessas organizações. Essas mudanças sofrem por uma série de resistências, provocadas pelo modelo institucional de ensino, que limita a iniciativa, a criatividade e o livre arbítrio dentro das empresas.

administrador

2. Administrador e as mudanças

O administrador, como um agente de transformação dessas relações de um novo perfil, qualificando pela necessidade de mudar a sua maneira de enxergar o processo de aprendizagem como uma forma de qualificação e requalificação profissional. Deste modo, torna-se importante fazer uma análise de como esse administrador pode se tornar o principal elemento capaz de manter as organizações competitivas e rentáveis, através da gestão do conhecimento.

Segundo Lima (2002), as pessoas educadas num clima de competição, estimulados a lutar uns contra os outros, sendo que a competição seria própria da natureza humana, e agora, o que fazer diante de um cenário que requer um ‘novo administrador’, consciente de sua responsabilidade, mas com limitações culturais que dificultam a mudança de mentalidade, na forma de pensar , de agir e de decidir?

A autora explica que o foco pode se transformar: da competição, onde pessoas competem com outras, para a competência, onde pessoas unem esforços, trabalham em conjunto, visando obter novos conhecimentos, novas habilidades, descobrindo novas formas de administrar uma organização baseada na aprendizagem, como processo contínuo de renovação e de transformação, este sendo, no entanto, o maior desafio do administrador atualmente (LIMA, 2002, p.02).

Segundo Silva (1998) o administrador precisa conhecer seu ambiente de trabalho, seu mercado e seus clientes, criando comportamentos alternativos. Essa visão das transformações e movimentos no meio ambiente é que poderá dirigir as decisões estratégicas na empresa, e a habilidade para lidar com a tecnologia e seus efeitos, sendo crucial para o sucesso empresarial.
O autor explica que as mesmas razões que levam um administrador ao sucesso podem fazer sua carreira descarrilar. Em porcentagem, 30 % a 50% dos executivos de grande potencial descarrilam, na maioria das vezes, por não criarem comportamentos alternativos. Isso significa que esses executivos atuam esquecendo de alguns fatos que podem ser cruciais para sua carreira, tais como: desatenção com as pessoas, mau desempenho em grupo, falhas na imagem e comunicação, insensibilidade à reação dos outros, dificuldade com autoridade, visão estreita ou ampla demais, indiferença e trabalho em isolamento.

Silva (1998, p.22) diz:

É preciso transforma-se numa pessoa melhor, saber quando seu ponto forte deixa de ser um motor de arranque e passa a ser um fardo pesado para carregar, e só se conseguirá isso através da busca de novos conhecimentos, baseando-se na melhoria de seu comportamento para melhor se adaptar ao novo ambiente inovador.

Para Vaili (1999) o perfil do administrador deve englobar características que o tornem um administrador que o autor chama de: “Aprende”, no entanto, dispor de alguns requisitos básicos para a aprendizagem organizacional, que são: Curiosidade intelectual; Modéstia; Autocrítica vigilante; Capacidade de imaginar futuros alternativos; Apetite pelo feedback; Mecanismos conscientes para criar, coletar e disseminar conhecimentos, Predisposição à experimentação.

Desta forma, possivelmente, esse administrador terá mais disponibilidade para atender esses novos conhecimentos, tendo como alvo, sua qualificação e excelência como profissional. Um exemplo é a Internet que está em todos os lugares na vida do administrador, na empresa, ou na vida particular, o gestor de negócios se depara com a presença da Internet.

Segundo Wick (1999) a comunicação organizacional está com as Intranets, à cooperação entre as empresas com as extranets, onde novos modelos estão surgindo e acompanhar essas mudanças não é nada fácil, mas absolutamente necessário num ambiente competitivo. Não é só na estratégia competitiva e nas relações externas que a Internet é uma nova variável, que muda completamente a equação do sucesso. Na gestão interna da empresa também o impacto das tecnologias ligadas à Internet é grande. A agilidade dos processos internos está aumentando, impactando a forma como se estrutura e administra as organizações.

3. Referências

IMD (Institute for Management Development – Instituto para Desenvolvimento de Administração). Agende de Mudança. Publicado em 1999. Disponível em: http://www.hsm.com.br/hsmmanagement/edicoes/numero_16/index.php. Acesso em: 26.04.2007.

LIMA, Solange Moreira Dias de. O Perfil do Administrador do presente, face as Novas Tecnologias da Informação. 05/10/2002.. Disponível em: http://www.portaldomarketing.com.br. Acesso em: 26.04.2007.

SILVA, Anielson Barbosa da. Globalização, Tecnologia e Informação: a tríade que desafia a administração. Brasília, Revista Brasileira de Administração. V.8, n.22, 1998.

VAILL, P.B. Aprendendo Sempre. Estratégias para sobreviver num mundo em permanente mutação. São Paulo: Futura, 1999.

VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração.São Paulo: Atlas, 2005.

WICK, C.W., León, L.S. O desafio do Aprendizado. Como fazer sua empresa estar sempre à frente do mercado. São Paulo: Nobel, 1999.

Como sabemos que amamos a Deus?

Como sabemos que amamos a Deus?

Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.1 João 4:7-8

Isso nos ensina que se não conseguimos amar as pessoas, não sabemos como amar a Deus.

Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? 1 João 4:20

E nesse sentido a palavra irmão não se trata do parentesco, e sim das pessoas que temos convivência, colegas, amigos, família, são pessoas que vimos e conhecemos.

Se temos dificuldades de olhar as pessoas com bons olhos, temos dificuldades de enxergar como Deus também olha, não precisa ser falso com as pessoas para ser educado, ou até mesmo desejar o bem, por mais difícil que a pessoa seja para se relacionar, ou de caráter duvidoso. Saber ver com os olhos do amor não se trata de ser bobo, trata-se de ser honesto, com nossas atitudes, sem rancor.

Exercer a boa prática da vizinhança nos ensina que em tudo está o amor de Deus. Por isso, vamos olhar com mais amor as pessoas, mesmo tendo que ser firmes, de caráter irrevogável.