ÉTICA EMPRESARIAL

ÉTICA EMPRESARIAL

QUANTO VALE O CONHECIMENTO?

Em muitas situações, o próprio trabalho humano determina a qualidade dos serviços prestados através da aplicação direta do conhecimento e das habilidades técnicas daqueles que executam a manutenção. O desenvolvimento dos profissionais tornou-se a nível mundial à acirrada concorrência imposta pelo fenômeno da globalização.

DESENVOLVIMENTO

As mudanças ocorridas no cenário mundial e brasileiro com o processo de globalização estão exigindo das instituições públicas e privadas aperfeiçoamento constante nos processos de gestão. Atualmente, o que se busca tanto no setor público, quanto no privado, é formar profissionais preparados para atender às demandas do mercado e seus públicos de maneira criativa, rápida e eficiente, mas, para isso, é necessário que a força de trabalho esteja qualificada para desempenhar tais tarefas.

Essa premissa é ainda mais pertinente quando são empresas prestadoras de serviços técnicos. Os líderes das empresas estão compreendendo a necessidade de transformar informação em conhecimento, agregando valores aos negócios e fortalecendo a imagem institucional e é do conhecimento de todos que as pessoas são as grandes responsáveis pelo adequado desempenho de uma empresa.

A qualificação aborda vários conceitos. O primeiro deles define que qualificação é o conjunto de conhecimentos requeridos para a realização de determinado trabalho. Segundo a norma NBR ISO, qualificação seria o “processo para demonstrar a capacidade de atender aos requisitos especificados”. (ABNT, 2002).

A melhor forma de avaliar a qualificação do indivíduo seria analisar se este possui os conhecimentos necessários para a execução das tarefas e dos requisitos relacionados ao seu posto de trabalho. Esta primeira proposta está intimamente ligada à formação profissional. Estes requisitos podem ser explícitos, descritos pela própria empresa ou outros mais subjetivos, mas essenciais ao processo do trabalho.

Na base das novas competências deve estar à criatividade, a capacidade de adaptação, a disposição para resolver os problemas da produção e a responsabilidade na tomada de decisões. No entanto, o conceito de formação profissional como aquisição de um saber especializado deixa de ter sentido na medida em que a qualificação passa a se relacionada com a disposição e flexibilidade dos trabalhadores em adaptar-se a frequentes inovações tecnológicas e organizacionais.

Outra ideia é caracterizar a qualificação socialmente construída e que procura ir além do aspecto técnico relacionado à análise ocupacional, incorporando elementos políticos e culturais.

As empresas, ao selecionarem seus candidatos, esperam que todos que estejam disputando a vaga tenham o conhecimento previamente exigido. A partir dessa perspectiva, a qualificação resulta de relações sociais complexas e muitas vezes conflituosas, não apenas entre trabalhadores e empresa como também entre os próprios trabalhadores.

Infelizmente são pessoas, totalmente desalinhadas com as exigências para o cargo, totalmente despreparadas no aspecto de conhecimento técnico e até mesmo sem profissão. Mas na maioria das vezes o que vemos é exatamente assim, pois lamentavelmente são recebidos nas empresas inúmeros currículos de profissionais, sem qualquer condição de contratação.

Contudo, pode-se dizer que o conhecimento técnico é fundamental para se exercer qualquer atividade numa empresa.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

É do conhecimento de todos que as pessoas são as grandes responsáveis pelo adequado desempenho de uma empresa. Pode-se dizer que através desta disciplina, os líderes das empresas estão compreendendo a necessidade de transformar informação em conhecimento, agregando valores aos negócios e fortalecendo a imagem institucional.

A empresa deixa de fazer negócios que vão continuar sendo perdidos enquanto não compreender que a satisfação do cliente. Na sociedade atual fica cada vez mais evidente o valor do conhecimento que está por trás do diferencial competitivo das organizações. Em geral, essa evidência é percebida quando o cliente fica insatisfeito por não ser bem atendido.

Muito se disse sobre o sucesso profissional, carreira profissional e visibilidade. Atualmente, o mercado, não há mais espaço para as organizações que ainda insistem em acreditar que o investimento no capital humano é perda de tempo e investimento. A pressão para manter-se atualizado é constante, pelo que a primeira regra que se deve aprender é que não importa o quanto é mantido atualizado sobre qualquer aspecto da carreira, será ultrapassada.

Isso gera uma sobrecarga para o profissional em busca de qualificação para as novas exigências no mercado de trabalho, que, por estarem em constante mudança, à tarefa torna-se um círculo vicioso.

Contudo, acredita-se que existe o valor de seu conhecimento, algumas informações podem ser perecível, ou com rápida atualização, portanto não se engane em pensar que por ter aprendido algo novo, esse aprendizado não será novo por muito tempo, porque quando é diferente quase sempre tem algo a se superar.

ABNT, Associação Brasileira de normas técnicas. NBR 14724: Informação e Documentação, Trabalhos Acadêmicos, Apresentação. Rio de Janeiro 2002. Editora Abril.

Referência: BUIATI, Michele Caroline M.P.; Ética Empresarial: Quanto vale o conhecimento?. Publicado em: 01/06/2016 19:06h. Disponível em: https://michelebuiati.wordpress.com/2016/06/01/etica-empresarial/. Acesso em:   /    /

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